Nem tudo é lindo em Paris

Será que eu me identifiquei com as fotos que peguei do blog Conexão Paris (recomendado ao lado) ou não?

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Imagina uma pessoa com a ilusão de guardar sua grande mala de rodinhas em um locker (armário) do aeroporto (ilusão pq eles não existem mais após o episódio de 11 de setembro) que compra uma mochilona, porque teoricamente iria começar um mochilão.

A teoria acaba quando a tal pessoa (esta jornalista que vos escreve) tem que achar meios de carregar sua grande mala que nesta hora parecia muito mais enorme do que realmente era e seu mochilão, pelas ruas da bela Paris em uma segunda-feira nada romântica, MUITO chuvosa… E para completar o metrô que não tem escadas rolantes e sim ENOOOORMES escadas (como você pode ver na foto)!!! Não sabia se eu ria, se chorava, se pensava em como subir ou descer com toda a bagagem diante daquela estação de metrô MUITO subterrânea (muito pelo meu gosto).

Até que em um ímpeto de não passar por mais perrengues (já tinha carregado toda a minha muamba pelo trem da Itália, subido e descido escada de albergue, enfim…) decidi pegar um táxi, detalhe: o taxista só falava francês e eu Bon jour, merci e olhe lá. Foi hilário, cômico se não fosse trágico e o pior: ele era falante e queria conversar (ele não tinha entendido que eu não parlè français de jeito nenhum).

Sei que com uma mistura de italiano, espanhol, português e o francês que ele dizia e sei lá como eu entendia conseguimos falar sobre a chuva “plu”, sobre uma viagem que ele fez a Veneza e sobre o trânsito de Paris (que não chega nem aos pés do de São Paulo). Eu não sei se ele entendeu tudo isso da nossa conversa, na verdade ele achava que eu era italiana, porque Brasil para ele não queria dizer nada (nem futebol, Ronaldinho, mulher bonita e pelada, NADA). rs

Agora olhem novamente para as fotos, vocês vão conseguir imaginar um pouquinho do sufoco que eu passei. Em um país que água chama eau e se pronuncia “ã” eu não duvido mais nada…

Morar fora: sinônimo de lição de vida

O orkut é o paraíso das filosofias de banca de jornal, da poesia reinventada, pois nunca Clarice Lispector, Manuel Bandeira e Drummond foram autores de tantas produções, tudo o que é mais poético, é de um, ou de outro…

Para alguns é sinônimo de exposição exagerada, de perigo, eu não concordo, acho que com o tempo, com as ferramentas de moderação, o site de relacionamento alcançou seu principal objetivo: reunir gente conhecida que estava distante, entre outras funcionalidades…

E vira e mexe eu me deparo com ótimos textos, às vezes sem fonte, fico até me indagando, será que esta pessoa escreveu isso? Que bacana! Que belas palavras! Vale a pena ser passado para frente. E aí vai um texto ótimo que fala sobre as lições que alguém aprendeu ao morar fora, você que já morou vai se identificar! É mais um texto grandinho, mas é tão interessante, quanto grande.

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MORAR FORA não é apenas aprender uma nova língua. Não é apenas caminhar por ruas diferentes ou conhecer pessoas e culturas diversificadas. Não é apenas o valor do dinheiro que muda. Não é apenas trabalhar em algo que você nunca faria no seu país. Não é apenas ter a possibilidade de ganhar muito mais dinheiro do que ganhava.

Não é apenas conquistar um diploma ou fazer um curso diferente. Morar fora não é só fazer amigos novos e colecionar fotos diferentes. Não é apenas ter horários malucos e ver sua rotina se transformar diariamente. Não é apenas aprender a se virar, lavar, passar, cozinhar. Não é apenas comer comidas diferentes, pagar suas contas no vencimento, se matar para pagar o aluguel. Não é apenas não ter que dar satisfações e ser dono do seu nariz.

Não é apenas amar o novo, as mudanças e também sentir saudades de pessoas queridas e algumas coisas do seu país. Não é apenas levantar da cama em um segundo quando chega encomenda do Brasil. Não é apenas já saber que é alguém do Brasil ligando quando toca seu celular sempre no mesmo horário. Não é apenas a distância. Não são apenas as novidades. Não é apenas uma nova vista ao abrir a janela.

Morar fora é se conhecer muito mais. É amadurecer e ver um mundo de possibilidades a sua frente. É ver que é possivel sim, fazer tudo aquilo que você sempre sonhou e que parecia tão surreal. É perceber que o mundo está na sua cara e você pode sim, conhece-lo inteiro. É ver seus objetivos mudarem. É mudar de idéia. É colocar em prática. É ter que mudar sua cabeça todos os dias. É deixar de lado as coisas pequenas. É saber tampar o seu ouvido. É se valorizar. É ver sua mente se abrir muito mais, em todos os momentos. É se ver aberto para a vida. É não ter medo de arriscar. É colocar toda a sua fé em prática. É ter fé. É aceitar desafios constantes.

É se sentir na Terra do Nunca e não querer voltar. É querer voltar e não conseguir se imaginar no mesmo lugar. Morar em outros países é se surpreender com você mesmo. É se descobrir e notar que na verdade, você não conhecia a fundo algo que sempre achou que conhecia muito bem: VOCÊ MESMO!!!!

Fonte: orkut

C’ est la vie!

É, é a vida… Há um ano eu estava na mágica Paris… Vivi dias maravilhosos, em pleno outono, na cidade luz, eu e uma amiga querida (gremista, gaúcha e brasileira) rs.

Saudosismo à parte, gostaria de comentar que achei o máximo São Paulo copiar uma iniciativa parisiense de sucesso: o aluguel de bicicletas. Espalhado por vários cantos da capital francesa, este projeto é um sucesso. Aqui em Sampa o programa MetroCiclista ainda está bem tímido, sendo disponibilizado em apenas 4 estações de metrô – Corinthians-Itaquera, Guilhermina-Esperança, Carrão (todas na zona leste de São Paulo) e Sé (região central).

O empréstimo é gratuito na primeira hora; após esse período, é cobrado um valor de R$ 2 por hora, que é debitado no cartão de crédito. Como garantia para a concessionária que idealiza a ação (Instituto Parada Vital),  cada empréstimo bloqueia no cartão de crédito R$350 na primeira bicicleta e R$50, por bicicleta adicional, (assim como é na Europa), após a devolução do equipamento em até 24h nada é descontado no cartão.

Na Europa o esquema é o mesmo, é ilusão pensar em bicicletário público, em qualquer país que seja. Na França, o valor pedido é de 150 euros e, mesmo assim, 20% das bicicletas do sistema francês são roubadas.

Ainda está em estudo alguma forma de realizar o empréstimo sem a necessidade do cartão, mas até o momento nada foi divulgado.

Au revoir!

Fonte: Folha de São Paulo

Você usa guardanapo quando come goiabinha?

Esta semana acabou acontecendo uma coincidência e eu me matei de rir com algumas coisas que vi e ouvi sobre avião… Quer dizer, sobre a viagem de avião em si, as aeromoças, o serviço de bordo, os avisos ao início de cada decolagem e por aí em diante.

Primeiro foi um texto num blog que eu não lembro de quem que descreve com tanto detalhe o ritual do serviço de bordo atual para viagens consideradas domésticas (dentro do país), realizadas por companhias como Gol e TAM. Primeiro vem um aviso de que em minutos será servido o lanche, pedem para todos se prepararem (?) e baixarem as mesinhas. Em seguida, uma dupla de comissários começa a servir uma goiabinha e suco de goiaba (ou qualquer outra fruta, mas sempre tem apenas 1 opção) normal ou light.

Com uma postura de quem está servindo “O” lanche, os comissários, de modo sério e competente vão distribuindo as tais goiabinhas e os sucos, ah! E um guardanapo, seja lá para o que for (ninguém usa guardanapo quando come goiabinha), você usa? Eu não! Acho que ninguém usa… E por que baixar a mesinha? Para apoiar a barrinha, a bebida e o guardanapo? rs

E quando uma pessoa que está dormindo percebe que o tal carrinho já passou pelo seu lugar, num gesto desesperado cutuca a pessoa ao lado, o comissário mais próximo, até que se perceba que alguém perdeu o incrível lanche e mais incrível ainda é a frase da aeromoça: “Agora, só na volta.” Como se esticar o braço e entregar uma goiabinha à pobre pessoa que estava repousando fosse atrapalhar todo o esquema de distribuição.

Foi-se o tempo que viajar de avião, mesmo dentro do país, era glamouroso. Os serviços da Varig e Vasp nada ficavam devendo aos vôos internacionais, com direito a escolher a opção entre 2 ou 3 opções de cardápio com pratos quentes, frios, carnes, saladas, sobremesas…

E ainda nesta semana, assistindo a um episódio do Cilada com o Bruno Mazzeo ele tocou neste mesmo assunto sobre viagens aéreas, mas ressaltou o inglês duvidoso das comissárias, inclusive pediu para ser informado sobre a escola em que elas aprendem a língua que chamam de inglesa – para que ele nunca estude lá, nem passe na porta. Também lembrou dos tamanhos cada vez mais reduzidos das poltronas, dos avisos de apertar os cintos e de como agir em caso de acidente (que nunca ninguém presta atenção!).

Enfim, uma crônica mais do que da vida real, quem já viajou deve ter se reconhecido, quem ainda não, já deve ter percebido qual o esquema! Que é uma viagem mais rápida, isto  é. Mas, o glamour já era, há muito tempo…

Tanti ricordi di un belissimo mese in Italia…

Oggi, un anno fa che ho viaggiato, l’esperienza è stata indimenticabile, per questo vado postare il testo che ho fatto per il giornale della Scuola Dante Alighieri l’anno scorso.

Imparare l’italiano in un modo diverso

Studiare e abitare in un piccolo paese: un’esperienza indimenticabile

 Toc, toc, toc… Avanti! Così sono cominciate le mie lezione tutti i giorni di ottobre di 2007 a Castelraimondo (quasi tutti i 20 giorni sono arrivata due, tre minuti in ritardo) e per questo la mia brava e simpatica professoressa (Caterina) prima di dire il suo dolce “Buongiorno” era obbligata a dire “Avanti”.

 L’esperienza di studiare questi giorni alla Scuola Dante Alighieri e di abitare nel piccolo paese è stata indimenticabile. Prima di tutto perché io e più di undici ragazzi brasiliani siamo diventati come amici d’infanzia in due giorni. Ognuno degli undici è venuto da diversi posti del Brasile (io, Paula, Patricia e Caio da San Paolo; Fernanda, Sabrina, Rose e Andressa da Rio Grande do Sul; Elisa da Santa Caterina; Pedro da Rio de Janeiro; Ricardo da Minas Gerais e Antonio da Pernambuco), ma l’empatia che abbiamo conquistato, nonostante sia stata veloce è stata intensa.

 È vero che qui è stata un’Italia senza frontiere, nella classe di Caterina in questo mese ci sono state persone di quasi tutto il mondo: America del Nord (Messico), America Centrale (Costa Rica), America del Sud (Brasile e Argentina), Europa (Croazia, Romania e Spagna) e Asia (Giappone). Il mondo in una classe e la didattica e carinissima professoressa sono state una delle migliori cose del corso. Al di là di imparare l’italiano, abbiamo scambiato diversi temi culturali fra i paesi, una ricca esperienza culturale da non dimenticare mai.

 Nelle gite, dal mare (Civitanova) alla neve (Monti Sibillini) la prima volta in Italia è stata una mescolanza di paesaggi, di sapori, italiani diversi: Marche, Umbria, Lazio, Veneto e Toscana sono diverse regioni che abbiamo visitato; alcuni dicono che è stata troppo veloce, io preferisco pensare che ho visitato quello che è stato possibile, in quello che mi è piaciuto di più ho perso qualche minuto per osservare un paesaggio, una chiesa, una piazza o un’architettura. È difficile assorbire tutto quello che offre l’Italia in un solo mese mentre si studia.

 Questo viaggio è stato ideale per conoscere meglio se stessi, per imparare l’italiano in un modo diverso (immersa nella quotidianità italiana) per conoscere più brasiliani che in qualsiasi parte del mondo non perdono l’allegria, per conoscere anche persone di paesi vicini e lontani. È così come ho scritto nel primo giorno: un sogno da realizzare e che adesso si può dire “c’è il gusto di volere di più”, in portoghese “gostinho de quero mais”. Davvero indimenticabile.

Quero estudar na Europa, mas qual a documentação necessária?

Para fazer algum curso fora do país é preciso o mínimo de organização, faça uma lista do que precisará e corra atrás o quanto antes. Uma lista básica inclui:

  • passaporte;
  • comprovante de matrícula e de endereço de onde irá se hospedar lá (é bom levar alguns documentos que comprovem que está indo a estudo);
  • passagem aérea;
  • seguro de viagem (este é muito importante, além de estar protegido contra extravio de bagagem, alguns seguros te acobertam financeiramente, caso aconteça algum imprevisto e cobrem seguro-saúde);
  • em países da União Européia, vistos só são necessários caso a viagem dure mais do que 3 meses, aí procure o consulado do país para o qual irá e veja quais são os procedimentos.

PASSO A PASSO PARA TIRAR PASSAPORTE

O primeiro documento que precisará é o passaporte, se você já o tem, confira a data de validade (seu passaporte não pode vencer durante seu tempo de permanência fora do país, caso isto aconteça, será necessário passar pelo processo de renovação do documento) se for a primeira vez que sairá do Brasil, corra atrás do seu.

Primeiro entre no site da Polícia Federal, preencha o Formulário de requerimento de Passaporte e após o preenchimento e envio dos dados corretos para a Receita, imprima o boleto para pagamento da (GRU) Guia de Recolhimento da União (acho que está custando em torno de R$180 para a primeira via e R$90, caso a pessoa tenha levado o passaporte anterior), e junto com o comprovante da pagamento e o de preenchimento do requerimento de passaporte, vá a um posto da polícia federal e dê entrada munido dos seguintes documentos:

  • Carteira de identidade ou, na falta desta, certidão de nascimento ou casamento;
  • Certidão de Casamento juntamente com a Cédula de Identidade, para mulheres com estado civil diferente de solteira e que não conste na Cédula de Identidade;
  • Título de Eleitor e comprovante de que votou na última eleição; na falta dos comprovantes (o requerimento de justificativa eleitoral não vale como documento comprobatório), o interessado deverá obter uma declaração da Justiça Eleitoral de estar quite com as obrigações eleitorais, emitido nos cartórios eleitorais;
  • Certificado de Reservista, para os requerentes do sexo masculino com idade entre 18 e 45 anos, ou declaração da Junta Militar de que está quite com esta; para os brasileiros naturalizados a quitação militar é exigida a qualquer idade, após a aquisição da naturalização.
    Certificado de Naturalização, para os naturalizados;
  • Passaporte anterior, quando houver (válido ou não). Se o passaporte anterior não for apresentado, a taxa é cobrada em dobro;
  • E não se esqueça! Vá arrumado, porque agora eles tiram a foto para o documento no próprio posto;
  • Ah e é importante lembrar que os passaportes requeridos e não retirados no prazo de 90 dias serão cancelados;
  • O brasileiro que tiver seu passaporte válido inutilizado por qualquer repartição consular ou de imigração estrangeiras, no Brasil ou no exterior (por negativa de visto ou deportação), não está impedido de requerer um novo passaporte. Basta apresentar o passaporte válido ou não, para cancelamento. Com este gesto o usuário evitará o pagamento da taxa em dobro.

Após dar entrada no pedido de seu passaporte você receberá um comprovante de retirada e cerca de 15 dias depois, você retornará ao mesmo posto da polícia federal para pegá-lo!

Agora com o passaporte na mão você pode comprar a passagem aérea, se matricular no curso que deseja, enfim…

INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA MENORES DE IDADE

  • Menores de 18 anos devem ter autorização dos pais ou representantes legais, específica para passaporte, no requerimento (campo 33), com os respectivos números de cédulas de identidade, órgãos expedidores e assinatura dos pais;
  • Se, ao requerer o passaporte para o menor, um dos pais estiver ausente do domicílio ou não puder acompanhar o filho, ele deverá preencher uma autorização específica conforme modelo fornecido pela PF, reconhecer firma, por autenticidade, e juntar ao requerimento de passaporte com uma cópia autenticada da respectiva carteira de identidade;
  • Se ambos os pais estiverem ausentes do domicílio, eles deverão designar, por procuração particular com firmas reconhecidas, por autenticidade, um parente do menor em primeiro grau e com poderes para acompanhá-lo e representá-lo perante o órgão expedidor, assinar o requerimento e o recibo de passaporte. Essa procuração supre a autorização dos pais para obter o passaporte, mas não supre a autorização para viajar desacompanhado, a qual tem de ser específica e com validade máxima de seis meses;
  • A autorização de viagem não pode ter prazo de validade superior ao fixado nas autorizações expedidas pelo Juiz da Infância e da Juventude do local de domicílio dos pais ou responsáveis;
    Se o menor viajar para o exterior desacompanhado de um ou de ambos os pais, eles deverão preencher e assinar uma autorização de viagem com firma reconhecida em cartório por autenticidade ou semelhança;
  • Se a pessoa que requer o passaporte para o menor possui um Termo Judicial de Guarda, Tutela ou Curatela, definitivos do mesmo, basta apresentar cópia autenticada do documento para tirar o passaporte ou para viajar. Neste caso, não é necessária autorização judicial, nem dos pais biológicos;
  • A falta de autorização de um ou de ambos os pais ou do representante legal será suprida pelo Juiz da Infância e da Juventude;
  • No recebimento de passaporte do menor, é obrigatória a sua presença com um dos pais ou o representante legal;
  • Em caso de óbito de um dos pais, apresentar a Certidão de Óbito original. Será consignado no passaporte a condição do genitor falecido para dispensar autorizações futuras em seu nome;
    Para o pagamento da taxa do passaporte do menor, deverá ser utilizado o CPF de um dos pais ou do representante legal.

Quer estudar na Itália?

As idicações que passarei agora são de duas escolas que ficam na região de Marche – um lugar bastante medieval, com muitos castelos, belas paisagens e que tem a sorte de ter mar, montanha e estar super bem localizada, bem próxima à Toscana (Firenze, Pisa, Siena, Livorno…), ao Lazio (Roma), à Umbria (Assisi e Perugia), enfim, localiza-se ao centro-leste do país de onde se pode passear de trem ou até mesmo ônibus e carro para todas as outras partes sem enfrentar grandes distâncias, nem muito tempo.

Scuola Dante Alighieriwww.scuoladantealighieri.org/
Via E. Mattei, 69 – 62022
Castelraimondo (MC) – ITALIA
Tel./Fax +39 0737 642611
E-mail: centroalighieri@scuoladantealighieri.org

Com 10 anos de experiência no ensino de italiano para estrangeiros, Dante Alighieri é um centro de excelência educacional (tive a honra de passar 1 mês lá ano passado e apesar de saber que muitos professores saíram, a indicação da escola se mantém). A cidade é minúscula, mas um charme, a escola recebe pessoas de todo o mundo, os alojamentos são no mesmo local , tudo é muito seguro e perto, os passeios são muito velozes por conta do tempo, mas cada um, a seu modo, aproveita o que acha mais pertinente. Há preços especiais para brasileiros e o site aparece também em português para quem não tem afinidade com italiano… Há desde o curso básico I até o preparatório avançado para quem deseja lecionar italiano em seu país. Vale conferir!

A outra indicação é uma escola da mesma região, mas que fica em uma cidade praiana (Civitanova), um antigo professor da Dante foi para lá e deu ótimas recomendações.

Civitas Italia International School – www.civitasitalia.com
via Aldo Moro 55,
62012 Civitanova Marche (MC) – Italia
Tel. +39 0733 813285
Fax: +39 0733 785691
Cell: +39 320 7464414
Skype-id: civitasitalia
E-mail: info@civitasitalia.com

Há diversas opções de cursos, com duração de uma a quatro semanas, inclusive estágios e um projeto especial para quem deseja retirar a cidadania, estando na Itália. As opções de alojamentos são apartamentos, hotéis e casas de família, há diversos passeios por cidades turísticas. O site também aparece em português. Civitanova é uma cidade maior, o comércio é excelente (não fecha a tarde toda para almoço), tem mais baladas, a praia banhada pelo mar Adriático e por estar mais a leste do que a central Castelraimondo, os passeios demoram um pouco mais (cerca de 1 hora), dependendo para onde se deseja ir.

É bom saber

  • Pense na bagagem com bastante praticidade e inteligência: veja quanto tempo permanecerá viajando, se pretende pagar lavanderia para lavar e secar suas roupas, observe em que época do ano está indo, pesquise se nos locais que ficará hospedado tem calefação no inverno e ventilador ou ar condicionado no verão e lembre-se, na Europa: de dezembro a março – inverno; de março a junho – primavera, de junho a setembro – verão, de setembro a dezembro – outono;
  • A passagem aérea para a Europa fica mais barata quando o dólar cai, apesar da moeda oficial ser o euro, as companhias de viagem cobram em dólar, tente aproveitar promoções para estudante, ou promoções que dividem em várias vezes sem juros, ida e volta está de 900 a 1.000 dólares;
  • O valor médio para um curso de um mês na Itália está entre 600 e 750 euros, às vezes este valor inclui a hospedagem;
  • Incluídos a passagem, o curso e a hospedagem, reserve dinheiro para comida e comprinhas;
  • Comer (bem) na Itália é um pouco caro, os restaurantes têm preços salgados para pratos não muito fartos, o que compensa mesmo é ficar em flat ou apartamento que tenha cozinha, comprar produtos ótimos a preços bons (com exceção de carne vermelha) e fazer a comida na maior parte dos dias;
  • Pode-se comprar presentes e coisinhas fofas nas feiras (mercato) que acontecem em quase todas as cidades, uma vez por semana, há de tudo: roupas, bolsas, óculos… Vira e mexe grandes grifes e livrarias fazem promoções incríveis em suas lojas também;
  • Cidadezinhas pequenas como Castelraimondo têm lojas multimarcas que vendem produtos lindos e de grife a bons preços;
  • Aproveite a viagem e conheça outras regiões que não estão incluídas no pacote, tudo é muito perto e as passagens aéreas low cost compensam muito de 10 centavos de euro a 10 euros é possível conhecer muitos lugares da Europa;
  • Só fique atento à bagagem, do Brasil para a Itália é possível levar duas malas de 35kg, mas em viagens consideradas domésticas como Roma x Paris só é permitido levar 20 kg, deixe a bagagem na casa de um conhecido ou albergue, porque o valor de excesso de bagagem não compensa a economia com a passagem aérea;
  • Nestas viagens a outras cidades e até países fique em albergues, eles são mais baratos e divertidos, você fará amizade com gente do mundo inteiro, não opte pelos mais baratos, os de preço em torno de 20 euros a diária, já são de padrão elevado, incluem suítes coletivas, roupa de cama, café da manhã, costumam ser bastante limpos e bem frequentados. Em Roma eu indico o Alessandro Palace (Via Vicenza 42) perto da Termini e em Paris, indico o Le Village (Rue D’Orsel, 20), no bairro charmosérrimo de Montmartre (quando eu fui, no albergue parisiense trabalhavam uma brasileira e um italiano, foi ótimo, me senti mais em casa)…