É muito bom morar em São Paulo!

Hoje é o aniversário de Sampa, 455 anos!!! E nada melhor do que apresentar alguns excelentes programas que podemos fazer por aqui.

Almoçar nas bancas de comidinhas das feiras de antiguidades das praças Benedito Calixto, em Pinheiros, e Dom Orione, no Bexiga, que acontecem no sábado e no domingo, respectivamente.
 
Circular pelas bancas do Mercado Municipal, na avenida do Estado, e consumir, sem medo de ser feliz, toda a sorte de guloseimas que encontrar pela frente http://www.mercadomunicipal.com.br
 
Deliciar-se com os irresistíveis sorvetes da Häagen Dasz. A loja mais charmosa da rede fica na rua Oscar Freire, 900, Jardins. Telefone: (11) 3062 1099
 
Comer qualquer item do cardápio 100% árabe do Almanara da rua Basílio da Gama, 70, no Centro – só a decoração anos 50 já vale a empreitada. Telefone: (11) 3257 7580 http://www.almanara.com.br
 
Ir ao brunch do Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, 790, aos sábados e domingos, e sentir-se no Dean&Deluca de Nova York. Telefone: (11) 3706 5211 
  
Provar o penne com melão e presunto cru do Spot, na rua Ministro Rocha Azevedo, 72, em meio ao clima mais hollywoodiano de São Paulo e não dispensar as profiteroles. Telefone: (11) 3284 6131
 
Resistir, se puder, ao tradicional Bauru do Ponto Chic do Largo Paissandu. Telefone: (11) 222 6528
 
Se abastecer de pães, frios e cia. na Padaria São Domingos, na Bela Vista, e sentir-se na Itália enquanto escolhe o que levar entre os comestíveis que ‘decoram’ a casa. Fica na rua São Domingos, 330. Telefone: (11) 3104 7600 http://www.bixiga.com.br/telas/padarias.htm

Tomar milk shake com leite maltado no Rocket’s, na alameda Lorena, 2090, enquanto ouve os hits dos anos 50 nas mini-jukebox dispostas sobre as mesas. Telefone: (11) 3081 9466 http://www.rockets.com.br
 
Deliciar-se com os bolos e pães preparados pelos monges do Mosteiro de São Bento. O Bolo Santa Escolástica é a melhor pedida.
Telefone: (11) 228-3633
 
Comer muitas empanadas e curtir a muvuca organizada do Bar das Empanadas, na rua Wisard, 489, na Vila Madalena. Telefone: (11) 3032 2116 
 
Degustar, sem peso na consciência, a dobradinha pastel de feira com caldo de cana em qualquer feira livre da cidade – de preferência na do Pacaembu, que acontece de segunda a sábado em frente ao estádio
 
Comer hamburguer e tomar milk shake de Chicabon no Joakin´s que serve há 31 anos, na rua Joaquim Floriano, 163. Telefone: (11) 3168 0030
 
Passear pela Cidade Universitária, na USP
 
Tomar café expresso com pão de queijo no Café Girondino, nas imediações do Mosteiro de São Bento. Fica na Rua Boa Vista, 365,
Telefone: (11) 229-4574
 
Provar o porpettone do Jardim di Napoli, na Rua Dr. Martinico Prado, 463, em Higienópolis. Telefone: (11) 3666 3022
 
Gastar todas as suas economias num jantar no Massimo. É caro, muito caro, mas vale a pena. O restaurante fica na Alameda Santos, 1826. Telefone: (11) 3284 0311
 
Tomar um breakfast supernatureba no Parque da Água Branca aos sábados de manhã e aproveitar para visitar a feirinha de produtos orgânicos que rola no local 
 
 Correr para a Vila Madalena num sabadão ensolarado para beber (quase ao ar livre) em algum dos pontos mais concorridos do bairro, como o Bar do Sacha ou o Jacaré !!!!
 
Nada mais paulistano que uma boa pizza, certo? O Pedaço da Pizza, como o próprio nome já indica, serve a iguaria em pedaços. O melhor: fica aberto até altas horas da madrugada. Fica na Rua Augusta, 2931. Telefone:(11)3891 2431
 
Assistir a um concerto na Sala São Paulo, na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas da América Latina. Telefone: (11) 3337 5414
 
Assistir a uma peça, um balé ou um concerto no Teatro Municipal e sentir-se no Ópera de Paris. Telefone: (11) 223 3022
 http://www.prodam.sp.gov.br/theatro/index.html
 
Assistir a qualquer filme na Sala Cinemateca, que fica no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207.
telefone: (11) 5084 2177 http://www.cinemateca.com.br
 
Pode até parecer um programa batido, mas uma visita ao Masp é realmente um programa obrigatório. Avenida Paulista, 1578. Telefone:
(11) 251 5644
 
Ir a um ensaio da escola de samba Vai Vai. A quadra fica na Praça 14 Bis, no Bexiga http://www.vaivai.com.br
 
Conferir a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, na rua Álvares Penteado, 112, centro da cidade. Telefone: (11) 3113 3651
 
Pegar um cineminha no Espaço Unibanco, reduto dos cinéfilos paulistanos. Fica na Rua Augusta, 1475, Consolação. Telefone: (11) 688-6780
 
Conferir as obras de arte do MAM (Museu de Arte Moderna), que fica dentro do parque do Ibirapuera ( http://mam.terra.com.br), e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica dentro da USP, http://www.mac.usp.br
 
Dar uma passadinha no Museu Lasar Segall, que funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta – que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil http://www.spguia.com.br/museus/lasarsegall/lasarsegall.html)
 
Visitar o Museu de Arte Sacra, na avenida Tiradentes, 676, e…  http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_sacra.htm)
 
…aproveitar o passeio para conhecer a Pinacoteca que fica em frente ao Museu de Arte Sacra http://www.uol.com.br/pinasp , também na avenida Tiradentes
 
Conhecer o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios, na Rua da Cantareira, 1351, fundado em 1873.
 
Procurar preciosidades na biblioteca Mário de Andrade, na Praça Dom José Gaspar http://www.prodam.sp.gov.br/bib/mario
 
Visitar o belo (e pouco conhecido) Teatro São Pedro, construído em 1917. Fica na Rua Barra Funda, 171. Telefone: (11) 3823 9660
 
Levar as crianças na Sala Disney do Cinemark do Shopping Santa Cruz. Lá são exibidos somente filmes infantis, e a decoração vai fazer a alegria dos pequenos. Rua Domingos de Morais, 2564, na Vila
Mariana. Telefone: (11)3471-8066
 
Conhecer o Teatro Oficina, na rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos nos anos 60 http://www.dialdata.com.br/oficina
 
Conferir a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, 1000
http://sampa3.prodam.sp.gov.br/ccsp/ccsp/index0.htm
 
Sentir-se num pedacinho do Japão no bairro da Liberdade. O ideal é fazer a visita aos domingos, quando acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade
 
Passear pela Praça. Vilaboim, em Higienópolis, no sábado à tarde, com direito a uma parada estratégica na banca de jornal.
 
Conferir a vista privilegiada do Bar do Jockey, na av. Linneu de Paula Machado, 1263, cercado de figurinhas da high society paulistana http://www.hcj.com.br
 
Visitar o Parque da Luz, na av. Tiradentes, que passou recentemente por uma recuperação como poucas realizadas na cidade
 http://www.prodam.sp.gov.br/dph/servicos/rotjdluz.htm
 
Ir ao Parque do Ibirapuera, na av. República do Líbano, durante a semana num dia de sol http://www.prodam.sp.gov.br/ibira/historico.htm 
 
Curtir o clima ‘Beverly Hills é aqui’ da rua Oscar Freire, na porção mais efevercente dos Jardins
 
Ir às festas gênero ‘mamma mia’ das igrejas Achiropita, na rua 13 de Maio, 478, na Bela Vista (realizada aos finais de semana do mês de agosto), São Vito, na rua Poliana Amare, 51, no Brás (no dia 15 de junho), e São Genaro (no dia 19 de setembro), na Moóca
 
Encostar o carro na Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros, no finalzinho de uma tarde de verão. A vista é fantástica…
 
Visitar o Museu da Imigração e tentar descobrir as suas origens (http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/Inicial.html ). Fica na rua Visconde de Parnaíba, 1316, na Moóca
 
Meditar no templo zen da rua São Joaquim, 273, na Liberdade.Telefone: (11) 278 4515
 
Embarcar num programa em família no Simba Safári, que agora está menos emocionante, com os animais presos, mas ainda vale uma visita. Av. do Cursino, 6338
 
Dar um pulinho até a Zona Sul para conhecer o Autódromo de Interlagos e suas corridas. Fica na Avenida Senador Teotônio Vilela, 167. Telefone: (11) 5666 8822 http://www.ainterlagos.com
 
Subir até o alto da Serra da Cantareira para conhecer as trilhas do Horto Florestal. Rua do Horto, 931. Telefone: (11) 6231 8555
 
Participar do terror instrutivo do Instituto Butantã, na av.
Vital Brasil, 1500. Telefone: (11) 3726 7222 http://www.butantan.gov.br

Assistir a um clássico no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Müller, sem número
 
Caminhar pela Avenida Odila, no Planalto Paulista, famosa por suas árvores frutíferas como jaboticabeiras e cerejeiras
 
Ver ‘relíquias’, como a mala do Crime da Mala, encontradas no Museu do Crime, na Praça Reinaldo Porchat, 219, Cidade Universitária
 
Observar a fúria consumista chic do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 e, no final, investir num coffee break estilo primeiro mundo no Gero Café
 
Entrar no embalo das noites regadas a litros de chopp no Bar Pirajá, na rua Nova Faria Lima, 64, em Pinheiros. Telefone: (11) 816 6413
 
Passear de bicicleta em pleno Minhocão. Nos finais de semana, o trânsito de veículos é proibido no local. Se você não tem bicicleta, é possível alugar uma por lá
 
Curtir o verde do pequeno mas simpático Parque da Aclimação, na rua Muniz de Souza, 1119, na Aclimação
 
Percorrer a via-sacra paulistana, na avenida Nazareth, Ipiranga, abarrotada de que igrejas e colégios católicos
 
Ir aos jardins do Museu do Ipiranga, na av. Nazaré, s/n, e fazer de conta que está no Jardim de Luxemburgo, em Paris
 
Dar uma voltinha pelo Parque Burle Marx, na av. Dona Helena Pereira de Morais, 200, no Morumbi
 
Curtir o visual do alto do Terraço Itália (av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andar) durante um jantar incrementado com baixelas de prata
 
Visitar o jardim que fica no alto do prédio do Banespa da Praça do Patriarca, no centro da cidade. A entrada é gratuita, e o local está aberto para visitação de segunda à sexta, das 10h às 17h.
 
Se entregar a um dia de consumo selvagem no circuito José Paulino, 25 de Março e ladeira Porto Geral
 
Conferir o acervo do Sebo Messias, o mais tradicional da cidade, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Fica no centro da cidade, na praça João Mendes, 166 http://www.terravista.pt/enseada/4538/)
 
Pechinchar correntinhas, anéis e pulseiras na rua do Ouro, também conhecida como rua Barão de Paranapiacaba, no centro da cidade
 
Abastecer-se de produtos importados na Casa Santa Luzia, o supermercado mais chique da cidade. Fica na Alameda Lorena, 1471,
Jardins. O telefone é (11) 3088 0663 http://www.santaluzia.com.br
 
Incorporar um caça-vampiros antes de visitar os túmulos grã-finos do Cemitério da Consolação
 
Percorrer a av. Ipiranga para ter a vista mais incrível do histórico Edifício Copan, assinado por Oscar Niemeyer
 
Dar uma espiada na casa de Armando Álvares Penteado, na rua Maranhão, 86, uma das construções mais refinadas da cidade a seguir o estilo art noveau. Atualmente a casa abriga as turmas de pós-graduação da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)
 
Conhecer o Pátio do Colégio, no centro da cidade, onde tudo começou
 
Conferir a exuberância da cúpula da Igreja Ortodoxa, ao lado do Metrô Paraíso
 
Tentar descobrir, em um passeio a pé, se os arranha-céus da Avenida Paulista são bonitos ou horrorosos
 
Conferir o chic da Igreja Nossa Senhora do Brasil, na esquina da rua Colômbia com a avenida Brasil
 
Visitar o Prédio da Bienal, no Ibirapuera, de preferência em um dia de evento ( http://www.uol.com.br/bienal/24bienal/fundacao.htm)
 
Ir até a sinagoga Beth-el, na rua Martinho Prado, 175
 
Conhecer o Memorial da América Latina, projetado por Oscar Niemeyer. A construção foi erguida em 1989 e não caiu até hoje nas graças dos paulistanos – que a consideram pouco convidativa www.memorial.org.br
Fica em frente à estação Barra Funda do metrô 
 
Fazer seus pedidos ao santo das soluções imediatas na Igreja de Santo Expedito, na rua Jorge Miranda, 264, perto da estação Tiradentes do metrô
 
Admirar a extravagância do Instituto Tomie Ohtake, na Avenida Faria Lima, 201, em Pinheiros
 
Visitar o prédio histórico dos Correios, no vale do Anhangabaú (Hoje é um Centro Cultural)
 
Posar para uma foto em frente ao Monumento às Bandeiras – também conhecido como ‘Deixa que eu empurro’ -, de Victor Brecheret, em frente ao parque do Ibirapuera

Anúncios

O charme de se morar na Rua Augusta

Achei uma entrevista bem legal no blog do Repique que traz um especial sobre a região do Baixo-Augusta (a que é para baixo da Paulista região centro, paralela à Higienópolis), imagina só se eu não me identifiquei?

Leia a entrevista na íntegra:

augustaDando seqüência ao Especial Baixo-Augusta, o Repique foi atrás de saber como é a vida e o dia-a-dia de quem mora na região que mais ferve durante a noite paulistana. Conversei com a diretora de arte Julia Semer, uma ‘não-baladeira’, residente de uma das transversais da Augusta, que todo dia e noite passeia com seu cachorro ‘Caju’ por todo aquele agito.

Para Julia, por incrível que pareça, o clima é mais amistoso do que se imaginar: “a Augusta é uma rua plural, em que todo mundo sente que pertence ao lugar e convive em harmonia. Aqui não se vê treta. Você se sente protegido pelo caos”. Vamos a ela:

Julia, como é morar no Baixo-Augusta?
Morar no Baixo-Augusta, que é quase um centro da cidade, é uma coisa louca porque tem todo tipo de gente – tem pobre, rico, gari, médico, puta, freira, milionário descolado, durango remediado, emos e skinheads… Tem muita antítese. Ao contrário do que pode parecer, isso traz muita segurança. É diferente de todas as vizinhanças que já tive na vida. Aqui o movimento é 24 x 7. Você não sente a solidão.
Tem para todos os gostos. À noite, desço a Rua Augusta com meu cachorro, o Caju, e vejo galerinhas de Emos que vem de caminhada na Paulista, hordas de gente saindo do cinema e bares, e as putas que perguntam sempre sobre o cachorro, dizem “tenho um igualzinho, vamos cruzar?”.

E de dia, como é a qualidade de vida na região?
De dia a Augusta tem o movimento de cidade antiga. Você vai numa papelaria que está lá desde sempre, que vende carnês e fichários e cartuchos para impressoras e papéis incríveis. Todo mundo é amigo e conversa. Aqui não tem preconceito. Desço e cumprimento todo mundo. Me sinto alive.

Tem uma coisa: existe um divisor de águas, como quem tem que cruzar de balsa mesmo – é o lado de lá e o lado de cá da Consolação. O lado de lá é Higienópolis, onde só têm velhos, farmácias, crianças, carrinhos de bebês e cachorros. Lá tem muitas babás. As pessoas estão uniformizadas. Parece um Projac. Aqui no Baixo Augusta, não.

Por exemplo, em Higienópolis só se encontra cachorro de raça. Do lado de cá, só vira-lata. É louco, mas é real. A população canina aqui é inteira vira-lata. O Caju é um Border Collie, de raça, mas tem cara de vira-lata, se passeio por lá todo mundo quer falar da raça, se passeio aqui, assumem que ele é um vira-lata. Fora a diferença de preços que é abissal. Dar um banho no cachorro – lá custa R$ 40, aqui R$ 17. Até água de coco é outro preço.

Muda muito o público do dia e da noite na Augusta?
As únicas figuras que diminuem são as gravatas, que não aparecem muito à noite.

Você anda numa boa pela Augusta?
A Augusta de dia é meu parque, é onde passeio com meu cachorro. É outro tipo de diversão. As pessoas estão abertas. Em Pinheiros, bairro em que morei antes, ninguém conversa com ninguém. Aqui todo mundo conversa o tempo todo, dialogam com a cidade. É o local da comunicação, de compra e venda – de gente e de cultura – cinema, música, noite fervida.

Tromba-se com todo mundo…
Não se esqueça que a balada termina às 9 da manhã e nessa hora está todo mundo na padaria. Eu estava dormindo, mas tem gente ao meu lado em todos os graus etílicos possíveis. Gente tomando cafezinho para se recuperar da balada ou do trabalho.

Durante o dia tem prostituta?
Zero. Expostas, não. Na rua tem um código: anoitece, elas aparecem. E no horário de verão, elas parecem ainda mais tarde.

São Paulo: uma terra de gigantes

Saiu na Veja SP faz um tempinho (agosto de 2008) os recordes da maior metrópole da américa Latina, São Paulo, é claro! Aqui temos um cemitério onde um milhão e meio de pessoas estão enterradas, uma escola com 4.300 alunos, uma linha de ônibus urbano que a cada viagem roda 101 km e daí por diante…

Confira abaixo:

O jogador de basquete mais alto

basqueteLeonardo Di Pacce (tênis 47, calças 50 e camisas GGG) aos 23 anos mede 2,09 m e é o mais alto jogador de basquete em atividade na capital. De acordo com a Federação Paulista de Basquetebol, sua estatura é 17 cm acima da média. “Sempre fui o maior da turma”, conta. Pivô do Clube Pinheiros, conta como é viver na estratosfera: “No banho abaixo a cabeça e na hora de dormir fico com os pés fora da cama”, diz. “No meu Gol, ponho o banco todo para trás e ainda me sinto apertado.” E a namorada, também é grande? “Não, mede só 1,81m.” Ah, tá.

O maior quadro em exposição

quadro

O pintor italiano Pedro Américo veio para São Paulo e se dedicou a analisar o terreno onde D. Pedro I teria declarado a emancipação política brasileira. Já de volta à Europa, colocou pincéis à obra. E o fez em grande estilo: o óleo sobre tela Independência ou Morte mede 7,60 m de comprimento por 4,15 m de altura. “Tudo em um linho só, sem emendas”, afirma a historiadora Cecília de Salles Oliveira, diretora do Museu do Ipiranga e co-autora do livro O Brado do Ipiranga, em que analisa o quadro.

O maior hospital

Quando foi inaugurado, em 1944, o Hospital das Clínicas (HC) tinha 20 médicos – que, naquele ano, atendiam 13 pacientes por dia. Hoje, os 3 500 médicos do maior hospital da América Latina recebem quase 5 000 pessoas diariamente. Em uma área de 352 000 m² estão distribuídos os sete institutos do complexo. Neles são realizados, todos os anos, 600 transplantes, 40 000 cirurgias e 65 000 internações.

O edifício mais alto

predioEngana-se quem pensa que o prédio mais alto da cidade é o Edifício Itália. Com 160 m e 42 andares, ele é o vice-campeão. O detentor do título de o maior arranha-céu paulistano é o Edifício Mirante do Vale, na Avenida Prestes Maia. São 50 andares em 170 m de altura. O proprietário, Waldomiro Zarzur se recorda: “Na época, engenheiros de outros países nos contataram para saber como o fizemos.” Atualmente, funcionam ali 146 lojas, 812 salas e 60 salões comerciais. 12 elevadores servem ao prédio de 75 mil m², onde trabalham 10 mil pessoas.


A maior casa de shows

credicard-hallA capacidade do Credicard Hall chega a 7 000 pessoas. Aliás, números superlativos não faltam ao espaço de 15 000 m²: foram investidos R$34 milhões, o estacionamento é para 1 200 carros, o palco tem 720 m², o pé-direito é de 30 m e ocorrem 70 eventos por ano.

 A maior multidão

parada-gay

Considerada o principal evento do gênero no mundo, a parada gay paulistana detém o recorde de a maior multidão reunida na cidade. No ano passado, segundo a PM, 3,1 milhões de pessoas participaram da festa, que se inicia na Av. Paulista e termina na Praça Roosevelt. Foram 7 horas e meia de agito. Há outros dois megaeventos comparáveis à parada: a Marcha para Jesus (que em 2007 concentrou 3 milhões de pessoas) e o réveillon na Paulista (2,3 milhões de pessoas na última virada). 

A maior sala de cinema

São Paulo teve salas enormes. O Cine Ipiranga, por exemplo, tinha capacidade para 1 500 pessoas. Mas isso no tempo em que os paulistanos iam ver os filmes de terno, gravata e chapéu. Atualmente a maior sala de cinema da cidade é a 10 do Interlar Aricanduva Cinemark, aberta em 1998. Um programão para quem adora assistir a filmes com a galera, já que comporta 546 pessoas. Desde sua inauguração, o cinema exibe de quatro a seis sessões por dia.

 As maiores avenidas

cinema

Avenida Sapopemba nasceu como estrada, no século XIX. Era a principal ligação entre as chácaras e fazendas da região, na Zona Leste. No século seguinte, já urbanizada, ela preservou praticamente todo o (sinuoso) traçado original. Até 2004, tinha 45 km – começava na Avenida Salim Farah Maluf e terminava no município de Ribeirão Pires. De lá para cá, encurtou (na verdade, alguns trechos receberam outros nomes). Mas, de acordo com a Secretaria Municipal de Habitação, continua sendo a avenida mais longa da cidade, com 23 km, em empate técnico com a Avenida das Nações Unidas, mais conhecida como Marginal Pinheiros. Pela Avenida Sapopemba – que cruza quatro subprefeituras da cidade – passam ônibus de 74 linhas.

 A maior igreja

igreja

Impossível passar pela região do Glicério e não notar o gigantesco templo decorado com as cores do arco-íris na Avenida do Estado. Inaugurada em 2004, a sede mundial da Igreja Pentecostal Deus É Amor tem 70 000 m² e já chegou a receber 110 000 fiéis – quase três vezes o Pa-caembu lotado ou 37 vezes a capacidade total da Catedral da Sé. A religião, fundada pelo missionário David Miranda em 1962, conta com cerca de 2,2 milhões de adeptos espalhados por 19 000 templos em 136 países.

O maior shopping

 Inaugurado em 1991 num terrenão de 1 milhão de m² (do tamanho do Autódromo de Interlagos), o Centro Comercial Leste Aricanduva é o maior shopping da América Latina. São 500 lojas distribuídas em 365 000 metros quadrados de área construída. O complexo emprega 7 000 pessoas e recebe 149 000 visitantes por dia. O consumo energético, de 30 megawatts-hora, daria para abastecer uma cidade como São Carlos, no interior do estado. Desde maio, o shopping passa por uma reforma orçada em 25 milhões de reais para ficar ainda maior.

 O maior supermercado

Inaugurado em 1999, o maior supermercado da cidade recebe, em seus 14 000 m², uma média de 6 000 clientes por dia. Para atendê-los, trabalham ali 700 funcionários, somados os do mercado e os de empresas terceirizadas. São 60 000 produtos diferentes nos 9 km de prateleiras – que vão de um simples bombom (55 centavos) a uma televisão de LCD de 52 polegadas (12 000 reais). No quesito tamanho, o Extra do Morumbi é o primeirão entre as 91 unidades da rede em todo o país.

 A peça a mais tempo em cartaz

trair-e-cocar

Ela detém também o recorde de a temporada mais longa do teatro brasileiro. Escrita em 1979 pelo ator e dramaturgo Marcos Caruso, Trair e Coçar… É Só Começar foi levada aos palcos sete anos depois, no Rio de Janeiro. Em 1989, veio para São Paulo, onde continua até hoje. “E acho que nunca vai sair de cartaz”, aposta Caruso. “Não é pretensão. Mas a peça foi escrita de modo a provocar o riso de trinta em trinta segundos.” Trair e Coçar, que revelou a atriz Denise Fraga, já foi encenada em dezessete teatros da cidade. Desde março, está no Ruth Escobar, na Bela Vista. Atualmente quem faz a empregada espevitada é Anastácia Custódio (foto).

O maior cemitério

cemiterio

Fica na Vila Formosa, na Zona Leste, e ostenta ainda o título de o maior do Brasil. Suas 87 000 sepulturas estão distribuídas em uma área de 760 000 m². Para se ter uma idéia da grandeza, entre os cemitérios paulistanos o segundo maior em área é o de Vila Nova Cachoeirinha, com 350 000 m². E, em número de sepulturas, o São Luiz (40 000). Há três anos e meio, esse gigante é administrado por Maria Lúcia de Carvalho. “As pessoas se chocam um pouco quando falo que comando um cemitério”, admite. Trabalho é o que não falta aos 46 coveiros. Há 25 enterros por dia – desde a inauguração, em 1949, foram mais de 1,5 milhão de sepultamentos. Para os funcionários, a atmosfera é pesada. “Quando entrei aqui, minha família toda foi contra”, diz Raimundo dos Santos, coveiro há trinta anos. “No começo, eu era atormentado por pesadelos. Sonhava que estava enterrando pessoas vivas.”

A maior pet shop

Todos os fins de semana, cerca de 12 000 pessoas perambulam pelo Pet Center Marginal, pet shop no Pari cuja área total ultrapassa os 12 300 m². À disposição, elas encontram 23 000 produtos e 350 espécies de animais – boa parte dessa variedade no setor de aquarismo. Há desde um peixinho barbo cereja, cuja fêmea custa 49 centavos, até a imponente ave australiana cacatua, de 20 000 reais. Tem ainda sagüi (3 500 reais), ferret (1 100 reais), teiú (950 reais), arara-vermelha (6 900 reais, foto) e a simpática tartaruguinha tigre-d’água (120 reais). Mas, sem dúvida, a seção mais movimentada da loja é a de cães. O preço dos filhotes varia de 1 700 (lhasa apso) a 5 800 reais (buldogue inglês).

O colégio com mais alunos

Quando foi fundado por imigrantes alemães há exatos 130 anos, o colégio Visconde de Porto Seguro – então chamado Deutschen Schule – tinha 52 alunos. Funcionava em um prédio na Rua Florêncio de Abreu, no centro. Hoje sua unidade principal, instalada desde 1974 no Morumbi, é a maior escola da cidade. Ali estão matriculados 4 323 estudantes, distribuídos em 150 turmas. Eles pagam, em média, mensalidades de 1 200 reais. “Para os alunos, isso significa um universo de sociabilidade muito mais amplo”, acredita a diretora-geral, Mariana Battaglia. Entre os estabelecimentos de ensino público, o maior é a Escola Estadual Brigadeiro Gavião Peixoto, no bairro de Perus, com 3 700 alunos.

O maior clube esportivo

Ali já circularam mitos do esporte brasileiro como João do Pulo e Gustavo Borges. Fundado em 1899, o Esporte Clube Pinheiros orgulha-se de investir 19 milhões de reais por ano em dezesseis modalidades olímpicas – treina 2 851 atletas, dos quais 30 deles estão em Pequim. “Servem de exemplo para nossas crianças”, afirma o presidente da agremiação, Antonio Moreno Neto. “Quando trouxemos a Daiane dos Santos para cá, em janeiro, sessenta novos alunos se inscreveram em ginástica olímpica.” O maior clube da cidade em número de sócios (36 000) mantém, em seus 170 000 metros quadrados, 24 quadras de tênis, oito quadras poliesportivas, seis piscinas, sete ginásios e três campos de futebol. “Temos um orçamento anual de 93 milhões de reais”, diz Moreno Neto. “Administrar o Pinheiros é como cuidar de uma cidade.” Ele tem razão. Sua população equivale à do município de Aparecida, por exemplo.

A linha de ônibus mais longa

Criada em 1988 para atender os funcionários de bares, restaurantes e cinemas da área central que não tinham como voltar para casa depois da meia-noite, a 3310 é a mais longa linha de ônibus de São Paulo. Batizada de Corujão, funciona da 0h50 às 4h30 e percorre 101 quilômetros. Parte do Terminal Amaral Gurgel, ao lado da Estação Santa Cecília do metrô, cruza quinze bairros da Zona Leste, dá meia-volta em Cidade Tiradentes e retorna à região central – o percurso todo leva cerca de três horas. Em média, uma linha de ônibus da cidade circula por 26 quilômetros (ida e volta).

O maior parque

Dentro dos 79 milhões de m² do Parque Estadual da Cantareira, ao lado do Horto Florestal, caberiam cinqüenta Ibirapueras. Considerado a maior floresta urbana do mundo, o parque abriga em suas matas espécies animais como o bugio, o gato-do-mato, a jaguatirica, o macuco, o gavião-pomba, o jacuguaçu e o bacurau-tesoura-gigante. Na flora, destacam-se árvores como a imbuia, a canela-preta e a canela-sassafrás. Há quatro trechos, com trilhas de terra batida, abertos à visitação. Neles, é possível visitar mirantes e lagos e armar piqueniques.

Passeio natalino por São Paulo vai até dia 23

O roteiro da SPTuris, que passa por pontos iluminados de São Paulo, sai diariamente, até o dia 23 desde mês, do centro de São Paulo, às 19h30.

No trajeto, que começa no Largo São Francisco, os excursionistas acompanham pela janelas as luzinhas, enquanto o guia os entretém. “Temos de misturar informação e brincadeira”, diz Laércio de Carvalho, de 61 anos. “Fatos curiosos da cidade e piadas são o segredo.”

No Parque do Ibirapuera, diante do lago, pode ser conferido um show que mistura luzes e jatos de água ao som de canções natalinas. Logo ao lado, reluz a árvore de Natal, com 70 metros de altura.

A Avenida Paulista é uma das principais atrações natalinas: é a segunda e última parada da excursão. No Parque Trianon, além de um presépio feito com pedras e apresentações de corais – feitas antes da chegada do ônibus, às 19h30 e 20h30 – o projeto Silent Disco Noel se destaca como uma ação interativa, que ocorre todas as sextas e sábados, das 18h às 23h, até o dia 20.

Depois da Avenida Paulista, o passeio – que já está com as vagas esgotadas até o dia 21 – retorna ao Viaduto do Chá, no centro.

Fonte: Agência Estado

São Paulo por Washington Olivetto

sao-paulo

Alguns dos meus queridos amigos cariocas têm mania de achar São Paulo parecida com Nova York. Discordo deles. Só acha São Paulo parecida com Nova York quem não conhece bem a cidade. Ou melhor, quem a conhece superficialmente e imagina que São Paulo seja apenas uma imensa Rua Oscar Freire.

sao-paulo-2

Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma.

sao-paulo-3

São Paulo, entre muitas outras parecenças, se parece com Paris no Largo do Arouche, Salvador na Estação do Brás, Tóquio na Liberdade, Roma ao lado do Teatro Municipal, Munique em Santo Amaro , Lisboa no Pari, com o Soho londrino na Vila Madalena e com a pernambucana Olinda na Freguesia do Ó.
 
São Paulo é um somatório de qualidades e defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias. Tem hotéis de luxo, como o Fasano, o Emiliano e o L’Hotel, mas também tem gente dormindo embaixo das pontes. Tem o deslumbrante pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a exuberante vegetação da Cantareira, mas também tem o ar mais poluído do país.

sao-paulo-4

sao-paulo-5

sao-paulo-6

sao-paulo-7

Promove shows dos Rolling Stones e do U2, mas também promove acidentes como o da cratera do metrô e o do avião da TAM em Congonhas.
 
São Paulo é sempre surpreendente. Um grupo de meia dúzia de paulistanos significa um italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um alemão.
 
São Paulo é realmente curiosa. Por exemplo: têm diversos grandes times de futebol, sendo que um deles leva o nome da própria cidade e recebeu o apelido ‘o mais querido’. Mas, na verdade, o maior e o mais querido é o Corinthians, que tem nome inglês, fica perto da Portuguesa e foi fundado por italianos, igualzinho ao seu inimigo de estimação, o Palmeiras.
 
São Paulo nasceu dos santos padres jesuítas, em 1554, mas chegou a 2007 tendo como celebridade o permissivo Oscar Maroni, do afamado Bahamas.
 
São Paulo já foi chamada de ‘o túmulo do samba’ por Vinicius de Moraes, coisa que Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini e Germano Mathias provaram não ser verdade, e, apesar da deselegância discreta de suas meninas, corretamente constatada por Caetano Veloso, produziu chiques, como Dener Pamplona de Abreu e Gloria Kalil.

sao-paulo-8

sao-paulo-9

Em São Paulo se faz pizzas melhores que as de Nápoles, sushis melhores que os de Tóquio, lagareiras melhores que as de Lisboa e pastéis de feira melhores que os de Paris, até porque em Paris não existem pastéis, muito menos os de feira.
 
Em alguns momentos, São Paulo se acha o máximo, em outros um horror. Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.

sao-paulo-10

sao-paulo-11

sao-paulo-12

São Paulo teve o bom senso de imitar os botequins cariocas, e agora são os cariocas que andam imitando as suas imitações paulistanas. São Paulo teve o mau senso de ser a primeira cidade brasileira a importar a CowParade, uma colonizada e pavorosa manifestação de subarte urbana, e agora o Rio faz o mesmo. São Paulo se poluiu visualmente com a CowParade, mas se despoluiu com o Projeto Cidade Limpa. Agora tem de começar urgentemente a despoluir o Tietê para valer, coisa que os ingleses já provaram ser perfeitamente possível com o Tâmisa. Mesmo despoluindo o Tietê, mantendo a cidade limpa, purificando o ar, organizando o mobiliário urbano, regulamentando os projetos arquitetônicos, diminuindo as invasões sonoras e melhorando o tráfego, São Paulo jamais será uma cidade belíssima.
 
Porque a beleza de São Paulo não é fruto da mamãe natureza, é fruto do trabalho do homem.

sao-paulo-131

sao-paulo-14

sao-paulo-15

Reside, principalmente, nas inúmeras oportunidades que a cidade oferece, no clima de excitação permanente, na mescla de raças e classes sociais.
 
São Paulo é a cidade em que a democratização da beleza, fenômeno gerado pela miscigenação, melhor se manifesta.
 
São Paulo é uma cidade em que o corpo e as mãos do homem trabalharam direitinho, coisa que se reconhece observando as meninas que circulam pelas ruas.

sao-paulo-16

E se confirma analisando obras como o Pátio do Colégio (local de fundação da cidade), a Estação da Luz (onde hoje fica o Museu da Língua Portuguesa), o Mosteiro de São Bento, a Oca, no Parque do Ibirapuera, o Terraço Itália, a Avenida Paulista, o Sesc Pompéia, o palacete Vila Penteado, o Masp, o Memorial da América Latina, a Santa Casa de Misericórdia, a Pinacoteca e mais uma infinidade de lugares desta cidade que não pode parar, até porque tem mais carros do que estacionamentos.
 
São Paulo não é geograficamente linda, não tem mares azuis, areias brancas nem montanhas recortadas. Nossa surfista mais famosa é a Bruna, e nossos alpinistas, na maioria, são sociais.

sao-paulo-17

sao-paulo-18

Mas, mesmo se levarmos o julgamento para o quesito das belezas naturais, São Paulo se dá mundialmente muito bem por uma razão tecnicamente comprovada.

Entre as maiores cidades do mundo, como Tóquio, Nova York e Cidade do México, em matéria de proximidade da beleza, São Paulo é, disparado, a melhor.
 
Porque é a única que fica a apenas 45 minutos de vôo do Rio de Janeiro. O mais importante é que com essa distância nenhuma bala perdida pode alcançar São Paulo!

sao-paulo-19
 
(Washington Olivetto é paulista, paulistano e publicitário).

sao-paulo-20

Pontas de Estoque em todo o Brasil

Modéstia à parte, sempre tive fama de ser ótima guia turística e de compras em São Paulo. Eu fuço tanto na internet, em revistas e afins que vira e mexe encontro cada achado! E nada mais achado do que a ponta de estoque da sua marca preferida, você compra peças clássicas, de qualidade a um preço que é uma verdadeira pechincha.

Ficou interessado(a)? Tem uma lista de outlets de São Paulo, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília e Savador, confira agora mesmo!

moda

CLIQUE ABAIXO 

Principais endereços de pontas de estoque