Por que medir o ROI pode mudar a sua carreira?

Se tem uma coisa que me deixa chateada é ainda vir estereótipos saindo das universidades. Liderar comunicólogos que não abriram suas mentes é desafiador e intrigante, por que como pode um jornalista, um relações públicas ou um publicitário tão jovem, da geração Z ou de sei lá que letra, pensar de forma tão arcaica?

Abaixo os rótulos:

– jornalistas têm medo de números;

– RPs contam coxinhas;

– publicitários são vendidos;

– designers não escrevem bem;

– mercadólogos só pensam em lucrar.

Em meu artigo desta semana no Portal Administradores abordo como medir o ROI de comunicação pode mudar o modo como o profissional é considerado: de ferramentista a estrategista, confira:logo adm

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/por-que-medir-o-roi-pode-mudar-a-sua-carreira/86665/

A primeira vez na home do Portal Administradores a gente nunca esquece

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Acabo de inaugurar minha coluna no Portal Administradores, nela vou escrever sobre Comunicação Corporativa e todas as suas ramificações. Estou animadíssima com a possibilidade de unir tantas paixões assim em uma só iniciativa: escrever, falar sobre comunicação corporativa, fazer pesquisa acadêmica e apresentar cases do meu dia a dia no mercado de trabalho.

Escolhi para o primeiro texto o tema “Endomarketing no terceiro setor como diferencial competitivo”, a ideia é mostrar como os funcionários são um importante e estratégico público para que as organizações sociais consigam desenvolver projetos multidisciplinares, gerar mudanças organizacionais, superar metas e produzir inovação.

Quem puder conferir, será um prazer!

http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/endomarketing-no-terceiro-setor-e-um-diferencial-competitivo/86507/

Acompanhe meus próximos artigos no Portal pelo meu canal lá: http://www.administradores.com.br/u/tatiana_molini/

Evolução da área de Recursos Humanos no Brasil

Com a Revolução Industrial, iniciou-se um processo de profissionalização do mundo corporativo, surgindo áreas como Planejamento, Comunicação e Recursos Humanos.

Para se diferenciarem, as organizações começaram a pensar em áreas que poderiam ajudar no sucesso dos negócios, estratégias bem definidas, comunicação interna em prol de funcionários parceiros, comunicação externa persuasiva e transparente, e principalmente uma área especializada em administrar as carreiras, os cargos, os salários, os benefícios, processos de seleção e organização de organogramas. Mais recentemente, pesquisa de clima, programas de estágio e trainee, informativos: a área de Recursos Humanos.

Achei na Internet a reprodução de uma palestra muito interessante que mostra como a área começou nos anos 30 no Brasil e como foi evoluindo no decorrer dos anos. Leia, é grandinho, mas muito interessante!

Evolução
Reflexão e crítica sobre o universo de Recursos Humanos desde o início da proliferação das empresas no Brasil até os tempos atuais. Esse foi o conteúdo da palestra ministrada em São Paulo pelo especialista Joaquim Patto, consultor da Mercer Human Resource Consulting e profissional com 40 anos de experiência na área.

Patto falou sobre “A Evolução do RH: da década de 30 do século XX até a 1º década do século XXI” e mostrou o quanto essa área já mudou de perfil – e as conseqüências dessas mudanças.

Em seu primeiro dia de trabalho como selecionador, na Light – nome da empresa estadual de energia elétrica na época -, em agosto de 1965, o especialista recebeu a seguinte orientação de seu chefe: ficar atento à carteira profissional do candidato e ao número de anos que ele tinha permanecido em cada empresa; fazer a entrevista bem de perto, para ver
se o candidato não cheirava a pinga e contar uma boa piada para fazê-lo rir e avaliar sua saúde a partir da qualidade de seus dentes.

Desde então, realmente muita coisa mudou nos processos de Recursos Humanos, porém o foco central – administrar pessoas – continua sendo o eterno desafio. Como fazer isso cada vez melhor? A evolução da área ao longo do tempo levou Patto ao conceito de “pensar o RH de forma diferente”. Conheça aqui as principais características do setor de Recursos Humanos desde a década de 30 e conheça a nova forma e pensar o RH:

Década de 30
O RH era constituído pelos donos das empresas. Inspirados no Fascismo, utilizavam-se da máxima “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Apesar da tirania, era uma área centrada nos resultados.

Década de 40
O RH era constituído por advogados, especialistas em entender as leis para não cumprí-las. Getúlio Vargas promulga a CLT, inspirada na carta fascista de Mussolini. Surgem as primeiras juntas trabalhistas e as primeiras reclamações. É um momento marcado pelo antagonismo entre as partes.

Década de 50
O RH era constituído por engenheiros. Fase de industrialização do País onde o RH se resume a estudos de tempo e movimento. Para as empresas, os Recursos Humanos não são pessoas, mas sim processos. Taylor e Fayol, autores da Teoria Geral da Administração e estudiosos da Administração como ciência são os gurus da época.

Década de 60
Costuma-se chamar de década perdida, já que a filosofia “Paz e Amor” dos hippies transformou-se no Brasil em “Paz dos sindicatos e amor da polícia”, brincou Patto numa referência ao surgimento dos sindicatos e à repressão da ditadura. As empresas descobrem o trabalho em equipe e pela primeira vez não fazem RH pensando só em si mesmas mas
principalmente no sindicato patronal e no de funcionários.

Década de 70
O RH é constituído por Administradores de empresas e segundo o palestrante, muitos deles cometeram vários erros. “Eles mediam o próprio poder pelo tamanho da estrutura que tinham para gerenciar, então os organogramas das corporações eram imensos e inchados
desnecessariamente”, conta Patto.

Década de 80
O RH é constituído por psicólogas, em princípio capazes de gerenciar a crise existencial que abate nos profissionais do setor. A origem dessa crise está no nascimento de um RH revolucionário, preocupado com os parceiros internos, descobridor das pessoas como os verdadeiros recursos humanos e dos interesses dos acionistas, mas ao mesmo tempo
incapaz de lidar com tudo isso e com processos, leis e sindicatos ao mesmo tempo.

Década de 90
Surgem novas idéias e a contradição RH mocinho X RH bandido. Década das fusões, aquisições e terceirizações. Nasce o serviço de Outplacement como tentativa de minimizar os efeitos das demissões. Os profissionais de RH buscam, muitas vezes equivocadamente, metodologias para integrar as pessoas, aliviar o stress, testar os limites e abrir cada ser humano por completo diante de seus colegas. Algumas dessas ferramentas provocaram uma superexposição nada benéfica das pessoas em seus ambientes de trabalho. Com isso, o comprometimento e a credibilidade da área ficam abalados e a crise continua.

1º década do século XXI
É o momento de pensar o RH de forma diferente.

Fonte: Juliana Ricci

Entrevista com Ana Paula Padrão

A última edição da newsletter Carreira & Sucesso, do site de recolocação profissional Catho, traz entrevista exclusiva com a jornalista Ana Paula Padrão. Há três anos Ana saiu da Globo em busca de mais qualidade de vida (o horário do Jornal da Globo, o último da grade, era muito difícil) e de um novo desafio profissional: remontar a redação de um telejornal que praticamente não existia, com a condição de mais para frente apresentar um projeto próprio.

Foi o que a jornalista fez, reformulou o telejornal do SBT e em seguida propôs produzir um programa semanal da emissora a partir de sua agência de conteúdo, a Touareg, que além do canal de TV tem clientes corporativos como Magazine Luiza, Vale, Sadia, Sesi e Monsanto. Sobre o assunto, ela afirma: “eu acho que hoje as coisas estão acontecendo dentro das empresas. É para lá que a sociedade vai migrar. As empresas vão ter a grande responsabilidade nos próximos anos, e é por isso que eu também estou migrando um pouco para essa área agora.”

E complementa: “Sou mais feliz no meu casamento, eu aprendo todos os dias a administrar uma empresa, fico muito feliz quando vejo que uma empresa precisa de mim, precisa do serviço que eu posso prestar, uma empresa que precisa de alguém que chegue e diga: o seu DNA é esse, a sua maneira de se comunicar com as pessoas é essa e isso tem reflexo direto na comunicação interna ou externa daquela empresa.”

Leia a entrevista na íntegra  

Dicas de Cursos da Febraban

Agora como jornalista da área de Mercado Financeiro e Tecnologia estou super por dentro dos cursos da área… rs

Mas as dicas de cursos abaixo, apesar de serem da Febraban, Federação Brasileira de Bancos, têm foco total em Comunicação Empresarial, vale a pena conferir…

Comunicação Interna nas Organizações – 12 horas – 26/05 a 29/05 (Noturno)
Desenv. de Habilidade de Comunicação Eficaz e Oratória – 8 horas – 16/06 a 18/06 (Noturno)
Elaboração de Relatórios Técnicos – 16 horas – 19/11 e 20/11
Redação Empresarial – 16 horas – 09/06 e 10/06 (primeiro semestre) 17/11 e 18/11 (segundo semestre)