Cilada.com
Na última segunda-feira (27/06) fui com meu namorado, uma amiga e colega de trabalho também blogueira e uma amiga dela ao cinema do Shopping Frei Caneca, aqui em São Paulo, assistir em primeiríssima mão o filme Cilada.com. Uma observação: adoro iniciativas como esta que valorizam pessoas antenadas nas redes sociais e em seus blogs.
Vale destacar aqui que este blog já me rendeu um emprego em uma agência web, presentes da Pampili e agora uma pré-estreia antes da própria pré-estreia oficial, com direito a conhecer o Serjão Loroza e CD com a trilha sonora!
Bom, vamos ao filme! A história é bem atual: Um vídeo caiu na internet. E ele caiu na maior cilada. Quantas e quantas pessoas você conhece que se deram mal com videozinho filmado com a namorada(o)? Eu conheço MUITAS, juro. Na pior delas, o cara ficou com fama de “brocha”, a menina de “boazuda” (até demais) e os pais dela perderam o chão. Neste caso, o filme não foi parar no Youtube e sim em um site pornô e logo em todas as caixas de e-mail de amigos, familiares, conhecidos e desconhecidos…

Mas voltando ao dilema de Bruno (interpretado por Bruno Mazzeo), o filme não só gira em torno de um vídeo que caiu na net, como de uma história que coloca em risco sua reputação de namorado gostosão.
O melhor de tudo é que o vídeo foi parar no “Intube” porque o besta do Bruno traiu a namorada na festa de casamento de uma prima (ou amiga?) da namorada Fernanda, interpretada pela atriz homônima Fernanda Paes Leme. Para tentar reverter o quadro, Bruno vai caindo em uma cilada atrás da outra. Eu, particularmente, já ri mais com alguns episódios do Cilada no Multishow, mas no filme, o fato de Bruno não conseguir dizer Eu te amo e achar uma forma suuuper fofa e romântica de fazê-lo, quase no final da trama, vale o filme! As risadas também! Ah, e o probleminha de Carol Castro também!
O site vale uma visita http://www.ciladaofilme.com.br além do layout ser bacana, o fato deles terem valorizado as redes sociais e o trabalho da imprensa disponibilizando release e download de fotos, vídeos, cartazes mostra que há link entre o filme que aborda o poder da internet e o modo como eles estão lidando com isso nos bastidores.
E aí, gostou? Confira o trailer e corra para algum cinema a partir da próxima sexta (8 de julho)!
A experiência do jornal Mayoría durante o regime militar no Uruguai
Meu TCC, meu orgulho!
Vídeo documentário de Trabalho de Conclusão de Curso que conta a experiência do jornal Mayoría que mesmo sendo feito no exílio na Suécia informava os uruguaios, praticamente em tempo real, durante a ditadura do Uruguai.
Produção, edição, imagens, som e legendas:
Amanda Agostini
Giovanna Zanaroli Bonavoglia
Patricia Lisboa Lopez
Tatiana Molini
Acho a maior graça.
Leiam este texto muito bom da Martha Medeiros:
Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere…
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem. Dormir me deixa 0 km. Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha. Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias. Brigar me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano. E telejornais… os médicos deveriam proibir – como doem! Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde! E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda! Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca! Conversa é melhor do que piada. Exercício é melhor do que cirurgia. Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente. Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida. Sonhar é melhor do que nada!
Pampili lança blog
Mais uma vez a Pampili, marca que não sai dos corações e dos pés de meninas antenadas e delicadas, inova e lança o Blog Marketing Pampili http://blog.pampili.com.br/, blog da empresa mais rosa do Brasil. Eles também estão com o Twitter @pampili www.twitter.com/pampili.
Por estes canais eles divulgam os eventos, lançamentos, fotos, vídeos e muitoa mais, vale a pena conferir!
Gostaria de pedir a todos que me escrevem aqui pelo blog fazendo perguntas sobre eles, que entrassem em contato com a Pampili através destes novos canais… Tenho trabalhado demais e não consigo responder a todas as dúvidas, por falta de tempo e por falta de informações, pois há muito tempo trabalhei em uma agência que tinha a conta da Pampili, daí minha admiração e de onde eu tinha informações sobre eles, hoje não tenho mais…
O Gerente de Marketing da Pampili, sim o gerente! Me contou a notícia do blog de forma bastante carinhosa, vejam:
Edson Arita respondeu: Querida Tati, a partir deste semestre (1S/2010) estamos iniciando um novo e ousado projeto digital na Pampili, e você é uma das nossas inspirações…! merece todos os “aplausos” de nossa equipe, já te consideramos parte dela rs arita, ger. de marketing pampili
Uma pátria calça as chuteiras
Quem nunca assistiu a uma partida de Copa do Mundo? Talvez poucas pessoas, pois, nada consegue manter tanta gente ligada à TV ou rádio, nem tantas raças unidas. O Brasil que participa desde a primeira Copa (1930) é o único país presente nas 18 edições e a nação com mais títulos conquistados: cinco.
A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do planeta (o primeiro são as Olimpíadas), a competição integra países que, mesmo inimigos políticos, religiosos ou econômicos, esquecem as diferenças para fazer a festa do futebol mundial e proporcionar momentos felizes, dramáticos e históricos.
Em 1950, o Brasil foi escolhido para ser sede. Com uma ótima equipe, chegou à final contra o Uruguai realizada no recém construído Maracanã. Um simples empate nos daria o título, porém a seleção uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.
Os brasileiros sentiriam o gosto de erguer a taça pela primeira vez na Suécia em 1958, ano em que apareceu para o mundo aquele que seria considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos: Pelé.
Quatro anos após a conquista na Suécia, o Brasil voltou a provar o gostinho do título. Em 1962, no Chile, a Seleção Brasileira conquistou pela segunda vez a taça.
Em 1970, no México, com uma equipe formada por excelentes jogadores (Pelé, Tostão, Rivelino, entre outros), o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet (nome do criador da Copa do Mundo).
Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, nos Estados Unidos. Liderada pelo inesquecível capitão Dunga, nossa seleção venceu a Itália numa emocionante disputa por pênaltis. Quatro anos depois, chegaríamos novamente à final, porém perderíamos o título para o país anfitrião: a França.
Em 2002, na Copa do Mundo do Japão/Coréia do Sul, liderada pelo goleador Ronaldo, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.
Neste ano será realizada a Copa do Mundo da África do Sul. Espera-se um evento muito disputado e repleto de emoções como sempre foi. E que venha a sexta estrela!
REVISTAS FEMININAS
Não estamos lá (É GRANDE, MAS VALE A PENA LER ATÉ O FINAL)
Basicamente, aquele filme sobre a vida do Bob Dylan é assim: alguns atores interpretam fases marcantes da vida do cantor. Parece que cada um construiu um Dylan imaginário. Segundo o que li, o roteiro é extremamente “surreal e criativo”, os atores estão muito bem e conseguiram transpor para a tela o caleidoscópico talento de Dylan. Bob Dylan é um cara genial. Eu gosto bastante dele! Pessoas como ele – que atingiram esse status artístico – parecem dar aos outros o direito de interpretá-las (como se fossem obras de arte na paisagem do mundo, e talvez seja isso mesmo, oras!).
Mas para que tudo isso, se eu gostaria na verdade de falar sobre o dia das mulheres? Isso sem resvalar para aquelas histórias sobre beleza e maternidade e maternidade e beleza, tão comuns nesse dia. Com o pensamento do avesso, eu fui então, folhear três revistas femininas. Fui ver como elas nos veem. A mim, minhas irmãs, amigas, às mulheres com as quais convivo; mulheres como eu e diferentes de mim, mas mulheres, enfim.
Amor e sexo
E foi assim: na Claudia eu vi mulheres quarentonas com roupas juvenis – é preciso deter o tempo! – mulheres maduras (por exemplo, a talentosa atriz Lilia Cabral está na capa desse mês) com ares sensatos e equilibrados, mulheres de menos de trinta, com deslumbrantes e coloridas roupas; vi consultorias sentimentais, emocionais, fashions, dietéticas; vi casas fantásticas e sugestões para que a querida leitora possa se inspirar e decorar a sua etc. Nada mais bonitinho. A Claudia é uma revista bonita e as mulheres lá são tão lindas, mas tão lindas, que tanta perfeição assusta. Mete medo! Penso que a mulher de Claudia, ainda que descabelada por dores, traições, filhos drogados ou empregos horríveis, será sempre bela e estará sempre de salto alto. É uma mulher de sonhos comportados, aquela de Claudia. Na Claudia, a seção “Amor e Sexo” parece definir o óbvio: sexo para as mulheres apaziguadas de Claudia, só com amor. E, caso haja arroubos, devem ser comedidos.
Já a Marie Claire consegue desarrumar um pouco o cabelo de suas mulheres; elas parecem, sei lá, mais reais. Nela, a Sandra Bullock, na capa deste mês, sorri e seus cabelos parecem levemente bagunçados, ao natural. É como se ela tivesse sido clicada em uma tarde preguiçosa. Sem saltos altos ou reuniões chatas logo de manhã. Mas isso não significa que a MC seja “melhor” que a Claudia.
Apesar de estilosas, modernas e vibrantes (e também coloridas), as mulheres da Marie Claire ainda não se parecem com as que eu conheço, digo, com aquelas que eu vejo por aí, nas ruas (bom, talvez aquelas mulheres andem apenas nos Jardins ou no Leblon; lugares que não frequento, embora tenha uma leve impressão de que nem lá elas andem). Onde estão as mulheres mulheres? Ah, sim, na MC a seção “sexo” é separada de “amor”: talvez isso signifique algo. Agora uma coisa eu preciso dizer: as matérias sobre viagens e algumas sobre lugares ou pessoas interessantes, na Marie Claire parecem mesmo mais interessantes.
O direito de ser o que somos
E a Nova, hein? Tão ousada e sensual. Aquelas atrizes da Globo ficam irreconhecíveis lá, com aqueles decotões, aquelas cabeleireiras selvagens, aqueles ares de mulheres sempre dispostas àquilo a qualquer hora. Lá não se esconde o jogo. Mulheres se arrumam, se maquiam, estudam e trabalham, viajam e fazem compras, mas o mais importante, a razão de suas vidas, a verdade absoluta que deve guiá-las é: sou bonita, gostosa e hei de sair com muitos homens! E ponto.
Pois é, e assim, entre estereótipos imaginários ou fabricados por talentosos designers – o trabalho deles é muito bom, deve ser parabenizado e isso não é uma ironia – muitas caras e corpos de mulheres ficaram pairando em um imenso oceano de imagens. E no horizonte desse mar, há toda uma indústria de moda e beleza que deixa as mulheres de Claudia, Marie Claire e Nova realmente deslumbrantes. Inatingíveis.
E no horizonte que se formou ainda há a mídia que se alimenta – reproduzindo e digerindo – disso tudo e ainda há as mulheres, leitoras do lado de cá, como eu, que talvez tentem se achar nesses mares de belezas fake e nunca, nunca, se encontram. Afinal, nós – eu e talvez você – não estamos lá. Aquilo são ideais de mulheres dispostas em quadros, emolduradas por tudo o que o mundo de agora (porque amanhã, tudo muda, este mar midiático é revolto!) considera cool.
E, diante disso, me pergunto: será que um dia seremos amadas pelo que somos de verdade, realmente, com a maquiagem borrada porque não conseguimos segurar o choro quando fomos despedidas, com os quilos a mais aparecendo sob a roupa barata, comprada em liquidação, será que temos o direito de ser o que somos para além do que qualquer revista anuncie como sendo in?
Uma “mulher de verdade”
Será que um dia, estaremos lá, de fato, de verdade, nas revistas que só nos querem se formos a imagem pré-fabricada – mitificada e vazia (há raras exceções) – da perfeição photoshopada? Somos caleidoscópicas, interessantes, criativas, doces e amargas, mas só nos querem se cabemos em um manequim 38 (as anoréxicas modelos que o digam) e uma Marina Silva, por exemplo, uma admirável mulher “fora do padrão”, que conseguiu sair numa revista feminina, para ter o direito de estar lá, teve que literalmente, mover montanhas.
Mas me resta o consolo de saber que talvez sejamos tão multifacetadas – todas nós, todas mesmo! Talvez sejamos obras de arte, ora e porque não?! – que nenhuma revista – o que são folhas com imagens impressas diante de uma mulher de verdade? – foi ou será capaz de apreender tantos matizes.
Elas bem que tentam… Pobrezinhas.
Fonte: Comunique-se – Ana Vargas em 9/3/2010
A moda muda. O estilo permanece.

De 26/10 a 19/11, o Iguatemi disponibilizará em seu site o Hot Site especial Coco Chanel. Junto com ele, o concurso cultural A Moda Muda, Mas o Estilo Permanece.
Os participantes (qualquer um pode participar) deverão criar um texto de, no máximo, 10 linhas com a frase da estilista francesa que é famosa até hoje: “Chanel é antes de tudo um estilo. A moda muda. O estilo permanece”.
O autor do melhor texto ganhará uma viagem de quatro dias a Paris, com direito a acompanhante e uma visita ao apartamento onde viveu Coco Chanel, na rue de Cambon.
Concurso Cultural A Moda Muda, Mas o Estilo Permanece
Onde: www.iguatemisp.com.br (hot site Coco Chanel)
Prazo: de 26 de outubro a 8 de novembro
Fonte: Blog C´est Sissi Bon
Jamie Oliver – o chef mais famoso do mundo
Minha matéria sobre o chef inglês Jamie Oliver que saiu na última Chiques e Famosos.




Saltos: a elegância feminina
Não há dúvidas de que os saltos altos promovem elegância e alongam a silhueta feminina, desde que usados de maneira correta, pois, caso contrário, podem acarretar sérios problemas de saúde.
Alguns cuidados não podem ficar esquecidos na hora de usar um salto, como: mulheres com excesso de peso ou que ficam muitas horas em pé devem evitar saltos muito altos. Para elas o ideal são os muito baixos. Para evitar dores na coluna e/ou postura incorreta, o mais indicado é começar usando saltos de plataforma e/ou quadrados. Mas, antes mesmo de colocar qualquer um deles nos pés, treine em casa mesmo. É prático e fácil: coloque um livro sobre sua cabeça, alinhe sua coluna e, nas pontas dos pés descalços, ande sem deixar o livro cair. Comece devagar com passadas curtas e movimentando os braços para se equilibrar.
Conseguiu? Agora, é escolher que tipo de salto usar:
- Luís XV ou Carretel: elegante e confortável (sua base é mais larga), tem no máximo quatro centímetros e é o coringa, pois pode ser usado com shorts, vestido ou saia e calça comprida;
- plataforma: acompanha todo o solado, distribuindo o peso do corpo por todo o pé. Confortável, esse tipo de salto vai do trabalho ao cinema e ainda tem opções em sandália e bota;
- anabela: ideal para mulheres que precisam ficar muitas horas em pé, esse tipo de salto se diferencia do plataforma por ter a base próxima aos dedos mais baixa que a do calcanhar;
- meia-pata: é a plataforma com o salto mais fino;
- quadrado: sandálias ou sapatos com esse salto são elegantes e podem ser usados com vestidos ou saias, além de proporcionarem equilíbrio do corpo e menor pressão sobre os dedos dos pés;
- agulha ou stiletto: elegante, fino, alto (pode ter até 10 cm), sexy, podendo ser sandália ou sapato fechado. Deve ser usado em ocasiões especiais, pois o uso prolongado, principalmente por mulheres que não saõ acostumadas, pode prejudicar a coluna e os joelhos;
- vírgula: versão renovada do stiletto, é o irreverente “comma”, criado pelo francês Vivier;
- cubano: confortável e estiloso, mais baixo e com salto mais grosso, é o preferido das dançarinas de flamenco e até de tango. Vale apenas lembrar que, de acordo com alguns especialistas, o uso contínuo do salto não é aconselhável em crianças ou pré-adolescentes, pelo fato de ainda estarem em formação.
Fonte: Jornal SP Oeste
Todos pela Amazônia
Artistas, ambientalistas, senadores, deputados, representantes de organizações não governamentais e de comunidades indígenas, quilombolas e seringueiras, ficaram até as duas horas da manhã do dia 14 de maio dialogando sobre a Amazônia, sua importância para o país e o planeta, as ameaças que a atingem, suas potencialidades, as dificuldades e os avanços em termos de gestão pública e atividades sustentáveis.
Leiam mais em http://www.inoveambiental.com.br/si/site/0901





